Soluções de VRF da Gree ganham versões compactas e modulares

sistemas VRF Gree

A Gree Electric Appliances leva à Febrava Rio 2026 duas novas opções de sistemas VRF voltados a projetos comerciais: o GMV MINI e o GMV 9 SLIM-M. As soluções foram desenvolvidas para aplicações que exigem flexibilidade na instalação, eficiência energética e melhor aproveitamento das áreas destinadas à infraestrutura de climatização.

Os sistemas fazem parte da linha GMV e utilizam a tecnologia VRF (Variable Refrigerant Flow), que permite conectar múltiplas unidades internas às unidades externas e ajustar o fluxo de refrigerante conforme a demanda térmica de cada ambiente. A configuração possibilita adaptar o sistema às características de diferentes empreendimentos.

As soluções podem operar com até quatro condensadoras interligadas e atender até 100 unidades internas. Com essa arquitetura, a quantidade de equipamentos externos pode ser reduzida, liberando espaço nas áreas técnicas. A linha também permite automação e gerenciamento centralizado, com alternativas de controle local e remoto e configurações destinadas a diferentes necessidades de operação, incluindo ciclos de aquecimento e resfriamento.

“O mercado de climatização comercial exige soluções cada vez mais flexíveis, capazes de atender diferentes projetos sem comprometer a eficiência, a operação e o espaço disponível. A linha GMV acompanha essa necessidade ao oferecer diferentes possibilidades de configuração, que podem ser adaptadas às características de cada empreendimento, além de trazer maior integração e conectividade”, afirma Renan Vieira, gerente de Produtos da Gree do Brasil.

GMV MINI prioriza áreas com restrição de espaço

Entre os lançamentos apresentados pela Gree está o GMV MINI, integrante da linha de condensadoras compactas da fabricante. O sistema foi desenvolvido para projetos nos quais a área disponível para a instalação dos equipamentos é um dos fatores considerados no planejamento.

O formato compacto permite utilizar áreas técnicas com limitações de espaço e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de conexão com diferentes modelos de unidades internas. A proposta atende projetos nos quais a infraestrutura de climatização precisa ser dimensionada sem comprometer o espaço disponível.

O outro destaque é o GMV 9 SLIM-M, que integra a geração de unidades externas modulares da linha GMV. O sistema permite combinar diferentes condensadoras, ampliando as alternativas de dimensionamento e configuração de acordo com as características de cada projeto.

Gree prevê GMV 9 com descarga vertical para 2028

A fabricante também apresenta a opção do GMV 9 com descarga vertical. O modelo utiliza novos compressores e recursos de Inteligência Artificial, com potencial de aumento de até 20% na eficiência energética, além de ampliar os limites operacionais do sistema e do ambiente.

A unidade suporta condições de operação entre -35 °C e 60 °C. Atualmente, porém, o equipamento está disponível somente na China. A previsão informada pela Gree é de lançamento no mercado brasileiro em 2028.

A arquitetura VRF permite ainda combinar diferentes tipos de unidades internas em um mesmo sistema. Essa característica possibilita atender ambientes com demandas térmicas distintas dentro de um mesmo empreendimento, incluindo edifícios comerciais, hotéis, escritórios e outros projetos de maior porte.

Unidades internas e recursos de conectividade

Na Febrava Rio 2026, a Gree também apresenta diferentes modelos de unidades internas compatíveis com a linha GMV. O portfólio inclui equipamentos do tipo cassete, piso-teto, hi-wall, dutos e consoles, além de soluções de recuperação de calor.

A estrutura de conectividade inclui o G-Cloud, que permite conectar os equipamentos à internet e realizar o gerenciamento pelo aplicativo GREE+. A fabricante também oferece soluções de controle central e softwares voltados ao monitoramento e gerenciamento de energia.

Para Renan Vieira, a possibilidade de combinar diferentes equipamentos é uma característica importante da tecnologia VRF.

“Em um mesmo empreendimento, diferentes ambientes podem apresentar necessidades distintas de climatização. A possibilidade de combinar diferentes modelos de unidades internas e realizar o controle centralizado do sistema oferece mais flexibilidade para projetistas e operadores. A solução precisa acompanhar tanto a demanda térmica quanto as características arquitetônicas e operacionais de cada projeto”, explica.

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