A discussão sobre saúde preventiva e o acompanhamento de indicadores do organismo ganhou espaço na parceria entre a Huawei e o médico Drauzio Varella. A colaboração foi ampliada com a participação do médico no principal evento de lançamentos da marca no Brasil, realizado em 24 de setembro, no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer, em São Paulo, e com a publicação de um artigo sobre o papel da tecnologia vestível no cuidado com a saúde.
Durante o evento, Drauzio abordou a importância de conhecer e acompanhar os sinais do organismo ao longo do tempo e como os dispositivos vestíveis podem aproximar essas informações da rotina. O tema também é tratado no artigo “Saúde preventiva no pulso: o papel da tecnologia vestível no cuidado com a vida”, produzido pelo médico em parceria com a Huawei.
O conteúdo parte das mudanças no perfil de saúde da população para discutir a importância da prevenção. Com o aumento da expectativa de vida e os avanços no controle de doenças infecciosas, condições crônicas não transmissíveis, como hipertensão, problemas cardiovasculares, obesidade e diabetes, passaram a concentrar parte relevante das preocupações de saúde no Brasil.
Um dos dados citados no artigo dimensiona o espaço ainda ocupado pelo tratamento em relação à prevenção. Em um estudo com mais de 32 mil adultos, apenas 12,9% dos brasileiros que procuraram algum serviço de saúde o fizeram por ações preventivas. A maior parte buscou atendimento para tratar doenças ou sintomas já existentes.
Sono, coração e estresse
O artigo concentra a discussão em três indicadores que podem ser observados ao longo da rotina: sono, saúde cardiovascular e estresse. No caso do sono, dados do Vigitel citados por Drauzio apontam que quase um terço dos adultos das capitais brasileiras e do Distrito Federal relata sintomas de insônia.
Na saúde cardiovascular, o médico chama atenção para alterações que podem ocorrer sem sinais perceptíveis. Uma revisão publicada em 2025 no JAMA (Journal of the American Medical Association) estima que entre 10% e 40% das pessoas com fibrilação atrial não apresentam sintomas.
É nesse cenário que os dispositivos vestíveis entram na discussão. Smartwatches podem acompanhar informações ao longo do dia e ajudar o usuário a identificar padrões relacionados a sono, frequência cardíaca, estresse e recuperação.
O artigo, porém, ressalta que os dispositivos não substituem avaliações clínicas nem o acompanhamento de profissionais de saúde. A proposta é utilizar os dados como uma forma de ampliar o conhecimento sobre o próprio corpo e observar mudanças ao longo da rotina.
Nova geração de relógios
A discussão sobre tecnologia e saúde acompanha uma nova geração de dispositivos apresentada pela Huawei no evento em São Paulo. Entre os lançamentos estão os HUAWEI WATCH GT 7, HUAWEI WATCH GT 7 Pro e HUAWEI WATCH D3, todos compatíveis com smartphones Android e iOS.
O HUAWEI WATCH GT 7 utiliza o HUAWEI TruSense System para acompanhar indicadores como frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca (VFC), sono e estresse. O relógio também conta com a Pontuação de Preparo Físico, que reúne informações sobre sono, exercícios, estresse, temperatura corporal e dados cardiovasculares para auxiliar na compreensão da recuperação.
O modelo oferece ainda Gestão da Saúde Menstrual, mais de 100 modos de treino e tecnologias de posicionamento voltadas a atividades ao ar livre.
No HUAWEI WATCH GT 7 Pro, a Huawei reúne recursos de saúde e esporte e acrescenta funções voltadas ao acompanhamento cardiovascular, como ECG e identificação de arritmias. O modelo tem bateria de até 21 dias, dentro da proposta #MenosRecargaMaisTreino da companhia.
Já o HUAWEI WATCH D3 tem como um dos principais recursos o acompanhamento da pressão arterial. O dispositivo permite realizar medições antes e depois dos exercícios, possibilitando observar variações da pressão em diferentes momentos da rotina.
A parceria entre Huawei e Drauzio Varella coloca os wearables dentro de uma discussão mais ampla sobre prevenção e educação em saúde, com foco no acompanhamento contínuo de informações do organismo e no uso responsável desses dados.


